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Apresentação

“Siwaju elenca, junto ao tempo, a memória como um importante articulador por parte das mobilizações que cria através da escultura fundida. É como se ao reaproveitar, torcer, transformar, oxidar, recombinar e implicar-se no metal quente que é vertido, a reprodução fosse mais envolvida em instauração de novos locais e possibilidades, no sentido de tensionar a própria realidade, do que representar o que nela está.”


Daniela Avellar, 2023

Siwaju vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formada em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2025), participou do Programa Formação e Deformação da EAV Parque Lage (2022) e da Escola Livre de Artes do Galpão Bela Maré (ELÃ, 2022). Sua prática escultórica investiga a relação entre o tempo e diferentes ecologias, utilizando peças de aço reaproveitadas — doadas, coletadas e recicladas — para construir uma conexão direta com o pensamento tridimensional brasileiro. Suas obras articulam interações entre a matéria e o cosmos, energias visíveis e invisíveis, objeto e ambiente, corpo escultórico e espaço, sempre operando numa temporalidade espiralada, em constante expansão e retorno, ativando saberes da afrodiáspora.

 

cv

Obras
  • Siwaju, Fenda-Gìgé (corte), 2026
    Fenda-Gìgé (corte), 2026
  • Siwaju, Aquilo que se guarda para não se perder, 2026
    Aquilo que se guarda para não se perder, 2026
  • Siwaju, Nsii (do iorubá: abertura), 2026
    Nsii (do iorubá: abertura), 2026
  • Siwaju, Anterioridade, 2026
    Anterioridade, 2026
  • Siwaju, Invólucro, 2025
    Invólucro, 2025
  • Siwaju, Rarefeito, 2025
    Rarefeito, 2025
  • Siwaju, O giro Ailonpin (do iorubá: O giro Infinito), 2025
    O giro Ailonpin (do iorubá: O giro Infinito), 2025
  • Siwaju, Cosmos, 2024
    Cosmos, 2024
  • Siwaju, Sipaki, 2024
    Sipaki, 2024
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