Maria Nepomuceno
Na boca vermelha, 2026
madeira, acrílico, contas, tinta acrílica, palha trançada e cerâmica
[wood, acrylic, beads, acrylic paint, braided straw and ceramics]
[wood, acrylic, beads, acrylic paint, braided straw and ceramics]
90 x 106 x 22 cm
[35 3/8 x 41 3/4 x 8 5/8 in]
13 kg
[35 3/8 x 41 3/4 x 8 5/8 in]
13 kg
Copyright O Artista
Maria Nepomuceno desenvolve esculturas que se comportam como organismos vivos: combina tecidos, contas, cordas, madeira e outros materiais em tramas que seguem uma lógica própria e intuitiva. Suas composições, influenciadas...
Maria Nepomuceno desenvolve esculturas que se comportam como organismos vivos: combina tecidos, contas, cordas, madeira e outros materiais em tramas que seguem uma lógica própria e intuitiva. Suas composições, influenciadas por técnicas artesanais — especialmente de tradições indígenas —, ativam o espaço de maneira sensorial e contemporânea, explorando relações entre forma, estrutura e espaço. O uso de cores vibrantes e volumes generosos dá corpo a uma poética tátil, em constante expansão.
Sobre seu processo, a artista afirma: “Quando incluo objetos do cotidiano, partes de corpos humanos ou quaisquer outros elementos reconhecíveis pelo espectador em minhas esculturas, minha intenção é criar uma atmosfera de absurdo e, com isso, expandir o universo poético de minhas obras.” Assim, o movimento gerado pela disposição dos materiais, a transição entre cores e formas sugerem uma obra viva — que pulsa entre o encantamento e o sensível.
[Maria Nepomuceno creates sculptures that resemble like living organisms: she combines fabrics, beads, ropes, wood and other materials into weavings that follow their own intuitive and organic logic. Her compositions, influenced by artisanal techniques — especially those rooted in Indigenous traditions — activate space in a sensorial and contemporary way, exploring relationships between form, structure and spatiality. The use of vibrant colors and generous volumes gives shape to a tactile poetics in constant expansion.
About her process, the artist states: “When I include everyday objects, parts of human bodies, or any other elements recognizable to the viewer in my sculptures, my intention is to create an atmosphere of absurdity and, through that, expand the poetic universe of my work.” Thus, the movement created by the arrangement of materials, along with the transitions between colors and forms, suggests a living work — one that pulses between enchantment and sensitivity.]
Sobre seu processo, a artista afirma: “Quando incluo objetos do cotidiano, partes de corpos humanos ou quaisquer outros elementos reconhecíveis pelo espectador em minhas esculturas, minha intenção é criar uma atmosfera de absurdo e, com isso, expandir o universo poético de minhas obras.” Assim, o movimento gerado pela disposição dos materiais, a transição entre cores e formas sugerem uma obra viva — que pulsa entre o encantamento e o sensível.
[Maria Nepomuceno creates sculptures that resemble like living organisms: she combines fabrics, beads, ropes, wood and other materials into weavings that follow their own intuitive and organic logic. Her compositions, influenced by artisanal techniques — especially those rooted in Indigenous traditions — activate space in a sensorial and contemporary way, exploring relationships between form, structure and spatiality. The use of vibrant colors and generous volumes gives shape to a tactile poetics in constant expansion.
About her process, the artist states: “When I include everyday objects, parts of human bodies, or any other elements recognizable to the viewer in my sculptures, my intention is to create an atmosphere of absurdity and, through that, expand the poetic universe of my work.” Thus, the movement created by the arrangement of materials, along with the transitions between colors and forms, suggests a living work — one that pulses between enchantment and sensitivity.]
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