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Apresentação

Nepomuceno faz pintura a seu próprio modo à medida em que esgarça o tempo tanto no trabalho manual quanto no embate entre artista e material.

– Luisa Duarte, Artforum, 2014

Artista brasileira, vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. Se dedica à escultura, ao desenho e à pintura, criando organismos em tramas que englobam  tecido, conta, bijouteria, corda, elástico, plástico, palha, argila, madeira e diversos outros materiais oriundos de artesanatos populares. A partir de pesquisas e viagens, Maria incorpora referências de trabalhos coletivos de comunidades indígenas e tecelãs em sua obra como forma de interlocução com o espaço, com o tempo, com a diversidade da manufatura e da origem de objetos simbólicos cotidianos.

Obras
  • Maria Nepomuceno, Sem título [Untitled], 2020
    Sem título [Untitled], 2020
  • Maria Nepomuceno, A Cura, 2020
    A Cura, 2020
  • Maria Nepomuceno, Aqui não existe mentira, 2019
    Aqui não existe mentira, 2019
  • Maria Nepomuceno, Transe III, 2019
    Transe III, 2019
  • Maria Nepomuceno, Rede Pai, 2018
    Rede Pai, 2018
  • Maria Nepomuceno, Pelo Amor..., 2018
    Pelo Amor..., 2018
  • Maria Nepomuceno, Oferenda aos deuses das cores, 2015
    Oferenda aos deuses das cores, 2015
  • Maria Nepomuceno, Sem título [Untitled], 2017
    Sem título [Untitled], 2017
  • Maria Nepomuceno, A Casa em que nasci / The house where I was born, 2007
    A Casa em que nasci / The house where I was born, 2007
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Biografia

Artista brasileira, vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. Se dedica à escultura, ao desenho e à pintura, criando organismos em tramas que englobam  tecido, conta, bijouteria, corda, elástico, plástico, palha, argila, madeira e diversos outros materiais oriundos de artesanatos populares. A partir de pesquisas e viagens, Maria incorpora referências de trabalhos coletivos de comunidades indígenas e tecelãs em sua obra como forma de interlocução com o espaço, com o tempo, com a diversidade da manufatura e da origem de objetos simbólicos cotidianos. Em sua obra escultórica é muito comum a mistura de cores vibrantes e a incidência do equilíbrio de volumes como propulsores do anacronismo entretempos, uma espécie de matemática viva que incorpora seus materiais a um raciocínio poético intenso. O movimento de seus materiais típicos gera a criação de tesouros de beleza especial, algo incalculável e que oferece ao espectador uma atmosfera viva e com magia.

 

Em 2019, participou das coletivas “Vaivém”, no Centro Cultural Banco do Brasil, “Amazones - Uma seleção de obras de artistas mulheres da América Latina da coleção de Catherine Petitgas”, na Art Paris 2019, França, e “Memento Mons”, no Museu Beaux-Arts Mons, na Bélgica. Em 2018 abriu as individuais “Pelo Amor...”, na galeria  A Gentil Carioca,  Rio de Janeiro e “Vital” na galeria Sikkema Jenkins & Co., Nova York, e participou das coletivas “Sutures” na galeria Marc Straus, Nova York e “Pulling at Threads” na Norval Foundation, Cidade do Cabo, África do Sul. No ano de 2017 abriu a individual “Afetosyntesis”  no Stavanger Art Museum, Stavanger e no Kunsthuset Kabuso, Oystese, ambos na Noruega. No ano de 2017 participou das coletivas “Hello, City!” em Daejeon Museum of Art, Daejeon, Coreia do Sul, “More Simply Put” na Sikkema Jenkins Gallery, Nova York e “Between I & Thou” na Hudson Valley Center of Contemporary Art em Peekskill, Nova York. Em 2016, abriu a individual “Sim” na Galeria Victoria Miro e “Cosmic Teta” na Barbican Gallery, ambas em Londres.

 

Suas obras estão nos acervos do Museu de Arte da Bahia; Coleção Gilberto Chateaubriand I MAM, Rio de Janeiro; Museum of Fine Arts Boston, EUA; Guggenheim Museum, EUA; Pérez Art Museum Miami, EUA; Rubell Museum, EUA; Galerie Volker Diehl, Alemanha e Magasin 3 Stockolm Konsthall, Suécia.

 

CV