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Apresentação

Jarbas movimenta ideias, ressignifica objetos, idealiza magias e amplia, a partir de suas obras, o conceito de utopias possíveis.

 

Vive e trabalha em Maricá, Rio de Janeiro. Seu processo criativo permeia uma reconfiguração dos objetos e das experiências estéticas, dando-lhes um novo significado e movimento, sempre permeados por um tom crítico.

Obras
  • Jarbas Lopes, Sem Título [Untitled], 2019
    Sem Título [Untitled], 2019
  • Jarbas Lopes, Sem Título [Untitled], 2019
    Sem Título [Untitled], 2019
  • Jarbas Lopes, Pintura Elástica, 2018
    Pintura Elástica, 2018
  • Jarbas Lopes, Sem Título [Untitled], 2017
    Sem Título [Untitled], 2017
  • Jarbas Lopes, O Debate, 2014
    O Debate, 2014
  • Jarbas Lopes, Fá-criatura, 2015
    Fá-criatura, 2015
  • Jarbas Lopes, Caixa de Revista (Magazine Box), 2013
    Caixa de Revista (Magazine Box), 2013
  • Jarbas Lopes, I am Experience #1, 2010
    I am Experience #1, 2010
  • Jarbas Lopes, Experimental Trecho Móvel da Cicloviaerea, 2008
    Experimental Trecho Móvel da Cicloviaerea, 2008
  • Jarbas Lopes, Cicloviaérea (série de desenhos), 2001/2012
    Cicloviaérea (série de desenhos), 2001/2012
  • Jarbas Lopes, Short room, 2005
    Short room, 2005
  • Jarbas Lopes, Cicloviaerea, 2001-2020
    Cicloviaerea, 2001-2020
Exposições em destaque

e a u | CRAC Alsace | Altkirch, 2017

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Biografia

Artista brasileiro, vive e trabalha em Maricá, Rio de Janeiro. Jarbas Lopes movimenta ideias, ressignifica objetos, idealiza magias e amplia, a partir de suas obras, o conceito de utopias possíveis. Seu processo criativo permeia uma reconfiguração dos objetos e das experiências estéticas, dando-lhes um novo significado e movimento, sempre permeados por um tom crítico. Suas esculturas e pinturas interativas fazem uma fusão equilibrada entre tempo, espaço e circunstâncias práticas e ideológicas como participação coletiva, sociabilidade para espaços públicos e usos compartilhados da cidade. O artista usa essa potência para trabalhar e esticar a plasticidade a tensões máximas, sua obra “Cicloviaérea” é um plano conceitual no qual o artista trabalha o imaginário e cria um meio de transporte que dispensa o combustível e usa bicicleta para ligar dois pontos através de um plano inclinado, símbolo escultórico-arquitetônico mesclado com a continuidade do que está ao seu redor, a paisagem. Para além dessa simbiose de pesos, volumes e equilíbrios conceituais, Jarbas cria ambientes que trazem histórias chaves para ampliar as arestas da arte, suas instalações com materiais do cotidianos como carros, bicicletas, tintas, elásticos, banners de campanhas eleitorais e faixas de divulgação de shows intercruzam a reificação das imagens. Fantasiar, fabricar e refazer o artesanal é em Jarbas uma base conceitual que desdobra-se em muitas dimensões. Sua obra carrega uma força pueril e abre convite à irrupções.

 

Em 2019, participou das coletivas Samba in the Dark, na galeria Anton Kern, em NY, e Brasil! Foco na Arte Contemporânea Brasileira, no Museo Ettore Fico, em Turim, Itália. Suas obras estiveram presentes também na III Bienal de Gaia, em Vila de Gaia, Portugal. Em 2018, durante a exposição Via Aérea, realizou uma grande intervenção artística no pátio externo do Sesc Belenzinho, em SP. Em 2017, exibiu as individuais XXXY, na galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro e e a u, no CRAC Alsace, Altkirch, França. Em 2016, exibiu a individual SOLTO, no Sesc Nova Iguaçu, E de novo montanha, rio, mar, selva, floresta, no SESC Palladium, Rio de Janeiro e o Solo Presentation, da galeria A Gentil Carioca durante a feira Art Basel, na Suiça.

 

CV