ABRE ALAS #21
Ana Luiza Domicent, O efeito Bonnard, 2025
aquarela e óleo sobre tela
[watercolor and oil on canvas]
[watercolor and oil on canvas]
30.5 x 20.5 x 2 cm
[12 x 8 1/8 x 3/4 in]
[12 x 8 1/8 x 3/4 in]
Copyright O Artista
Ana Luiza Domicent (Curitiba, Brasil 1978) As obras de Ana Luiza são marcadas por uma sensação de compulsão. Suas figuras voluptuosas transitam entre o grotesco, a sexualidade e o fetiche,...
Ana Luiza Domicent (Curitiba, Brasil 1978)
As obras de Ana Luiza são marcadas por uma sensação de compulsão. Suas figuras voluptuosas transitam entre o grotesco, a sexualidade e o fetiche, carregando um intenso conteúdo subjetivo. Ao articular linhas, volumes, figuras antropomórficas, monstros e códigos de vestuário associados ao poder e ao consumo, a artista cria formas que se entrelaçam, compondo uma única massa pulsante.
"Picasso não era o maior apreciador de Bonnard. Uma vez fez uma crítica onde dizia que Bonnard era um “pot-pourri de indecisão” e que ele “não sabia escolher”. Seu processo era lento, uma hesitação cromática que se resolvia na sobreposição de tintas. Essa intrigante metodologia desperta curiosidade sobre a indecisão como exercício proposital e conduz a uma reflexão sobre abstração e beleza."
[Ana Luiza Domicent (Curitiba, Brasil 1978)
Ana Luiza’s works are marked by with a sense of compulsion. Her voluptuous figures move between the grotesque, sexuality, and fetish, carrying a strong subjective charge. By articulating lines, volumes, anthropomorphic figures, monsters, and clothing codes associated with power and consumption, the artist creates forms that intertwine, forming a single pulsating mass.
"Picasso was not Bonnard’s greatest admirer. On one occasion, he criticized him by saying that Bonnard was a “pot-pourri of indecision” and that he “didn’t know how to choose.” His process was slow—a chromatic hesitation that resolved itself through the layering of paint. This intriguing methodology arouses curiosity about indecision as a deliberate practice and leads to a reflection on abstraction and beauty."]
As obras de Ana Luiza são marcadas por uma sensação de compulsão. Suas figuras voluptuosas transitam entre o grotesco, a sexualidade e o fetiche, carregando um intenso conteúdo subjetivo. Ao articular linhas, volumes, figuras antropomórficas, monstros e códigos de vestuário associados ao poder e ao consumo, a artista cria formas que se entrelaçam, compondo uma única massa pulsante.
"Picasso não era o maior apreciador de Bonnard. Uma vez fez uma crítica onde dizia que Bonnard era um “pot-pourri de indecisão” e que ele “não sabia escolher”. Seu processo era lento, uma hesitação cromática que se resolvia na sobreposição de tintas. Essa intrigante metodologia desperta curiosidade sobre a indecisão como exercício proposital e conduz a uma reflexão sobre abstração e beleza."
[Ana Luiza Domicent (Curitiba, Brasil 1978)
Ana Luiza’s works are marked by with a sense of compulsion. Her voluptuous figures move between the grotesque, sexuality, and fetish, carrying a strong subjective charge. By articulating lines, volumes, anthropomorphic figures, monsters, and clothing codes associated with power and consumption, the artist creates forms that intertwine, forming a single pulsating mass.
"Picasso was not Bonnard’s greatest admirer. On one occasion, he criticized him by saying that Bonnard was a “pot-pourri of indecision” and that he “didn’t know how to choose.” His process was slow—a chromatic hesitation that resolved itself through the layering of paint. This intriguing methodology arouses curiosity about indecision as a deliberate practice and leads to a reflection on abstraction and beauty."]