ABRE ALAS #21
Felipe Braga, Tributo al Ekeko, 2023
papel machê, couro de jacaré, búzios, conchas naturais, sementes, miçangas, penas naturais, moedas, metal, lâmpadas, plástico, conduítes e tinta
[Papier-mâché, alligator leather, cowrie shells, natural shells, seeds, beads, natural feathers, coins, metal, light bulbs, plastic, conduits and paint]
[Papier-mâché, alligator leather, cowrie shells, natural shells, seeds, beads, natural feathers, coins, metal, light bulbs, plastic, conduits and paint]
64 x 60 x 25 cm
[25 1/4 x 23 5/8 x 9 7/8 in]
[25 1/4 x 23 5/8 x 9 7/8 in]
Copyright O Artista
Felipe Braga (Duque de Caxias, Brasil 1986) A produção de Felipe Braga articula um imaginário latino-americano que nasce das experiências de um corpo queer e nômade, explorando a tensão entre...
Felipe Braga (Duque de Caxias, Brasil 1986)
A produção de Felipe Braga articula um imaginário latino-americano que nasce das experiências de um corpo queer e nômade, explorando a tensão entre sagrado e profano por meio da criação de máscaras, colagens e pinturas.
[Felipe Braga (Duque de Caxias, Brasil 1986)
Felipe Braga’s practice articulates a Latin American imaginary that emerges from the experiences of a queer and nomadic body, exploring the tension between the sacred and the profane through the creation of masks, collages, and paintings.]
A produção de Felipe Braga articula um imaginário latino-americano que nasce das experiências de um corpo queer e nômade, explorando a tensão entre sagrado e profano por meio da criação de máscaras, colagens e pinturas.
[Felipe Braga (Duque de Caxias, Brasil 1986)
Felipe Braga’s practice articulates a Latin American imaginary that emerges from the experiences of a queer and nomadic body, exploring the tension between the sacred and the profane through the creation of masks, collages, and paintings.]