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Apresentação

Rodrigo Torres se utiliza do virtuosismo técnico para nos aproximar dessas polaridades, do brilho de superfícies marmorizadas, em técnicas de corte, em trompe l'oeil, ou do corrugado ameaçador das embalagens de papel, coquetéis molotovs, abandonadas ao pânico dos aeroportos.

- Marcelo Campos, Víveres, 2017

Artista visual brasileiro, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Os trabalhos produzidos por Rodrigo Torres são em sua maioria esculturas em cerâmica, objetos tridimensionais que se mesclam com fotografias e pinturas, que se unem em uma simbiose que consiste na elaboração de uma linguagem visual disruptiva. Impregnados de estratégias de deslocamentos óticos e transformações ilusórias por caminhos poéticos, as formas e texturas se entrecruzam e a natureza do material traz o olhar do espectador a viajar por entre suas especificidades.

Obras
  • Rodrigo Torres, Objeto em trânsito, 2020
    Objeto em trânsito, 2020
  • Rodrigo Torres, Coroninha, 2020
    Coroninha, 2020
  • Rodrigo Torres, Como respirar profundamente, 2020
    Como respirar profundamente, 2020
  • Rodrigo Torres, sem título [untitled], 2017
    sem título [untitled], 2017
  • Rodrigo Torres, Mandinga para colocar brilho nos olhos, 2020
    Mandinga para colocar brilho nos olhos, 2020
  • Rodrigo Torres, Novas descobertas, 2019
    Novas descobertas, 2019
  • Rodrigo Torres, Arrastão, 2017
    Arrastão, 2017
  • Rodrigo Torres, Colar das Horas, 2018
    Colar das Horas, 2018
  • Rodrigo Torres, sem título [untitled], 2018
    sem título [untitled], 2018
  • Rodrigo Torres, sem título [untitled], 2019
    sem título [untitled], 2019
  • Rodrigo Torres, Turbilhão (Matriz), 2019
    Turbilhão (Matriz), 2019
  • Rodrigo Torres, Mundinho, 2019
    Mundinho, 2019
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Biografia

Artista visual brasileiro, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Os trabalhos produzidos por Rodrigo Torres são em sua maioria esculturas em cerâmica, objetos tridimensionais que se mesclam com fotografias e pinturas, que se unem em uma simbiose que consiste na elaboração de uma linguagem visual disruptiva. Impregnados de estratégias de deslocamentos óticos e transformações ilusórias por caminhos poéticos, as formas e texturas se entrecruzam e a natureza do material traz o olhar do espectador a viajar por entre suas especificidades. Desafiando o caráter versus o museológico, as cerâmicas instauram dúvidas e polaridades através da técnica hiper detalhista. Vasos, jarras, frutas, legumes, pequenos objetos, embalagens de proteção, dentre outros adereços e balangandãs do cotidiano, tornam-se objetos ornamentados que mesclam presença ou ausência de figuras e fundos alternando densidades, volumes e cores. Todos esses materiais embaralhados voltam a se encontrar em um espaço de mimetismo. O artista envolve horizontes e geometrias em esculturas que desafiam o espectador em dicotomias de realidade e ficção, entre as quais tudo ganha formas e vida. Em suas obras, Rodrigo exercita o natural e o imaginado com equilíbrio e os trabalhos ganham tons tautológicos e enigmáticos.

 

Em 2019, participou da coletiva “BRASIL! Focus sull'arte brasiliana contemporanea" no Museu Ettore Fico, em Turim, na Itália e participou da coletiva “A Luta Continua” na The Sylvio Perlstein Collection - Hauser & Wirth, Nova York. No ano de 2017 abriu a individual “Víveres” na galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro e participou das coletivas “Songs for my Hands” na Bienal Internacional de Curitiba que aconteceu no Museu Oscar Niemeyer, “Window Project” no Spazio 22, Milão, “Art of the Treasure Hunt: the Grand Tour” Toscana, “Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos” na OCA do Ibirapuera, São Paulo e “A luz que vela o corpo é a mesma que revela a tela”, na Caixa Cultural, Rio de Janeiro. Em 2016 abriu o solo “Apreensões” na Casa França-Brasil, Rio de Janeiro e participou da coletiva “Mapas, Cartas, Guias e Portulanos” na Sala de Arte Santander, São Paulo, Brasil.

 

Suas obras integram as coleções do MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro; Itaú Cultural de Fotografia, São Paulo; Coleção José Olympio, São Paulo; Museu Oscar Niemeyer, Curitiba e Kadist Art Foundation, França.

 

CV