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Apresentação

 

Vivian é uma exímia criadora e manipuladora de aparelhagens que enjaulam, transformam, realimentam, expandem, fragmentam, capturam, canalizam, liquidificam, filtram, provocam mutações nessa criatura chamada som e seus apóstolos. 

— Fausto Fawcett, Febre Amarela, 2019

Artista brasileira, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Vivian Caccuri experimenta o som em composições incomuns que desorientam o arranjo convencional das experiências cotidianas. Aparelhagens de som, microfones, auto-falantes, cabos, correntes, redes, lâmpadas e velas são alguns materiais presentes em suas instalações e performances que movimentam camadas visíveis e invisíveis, audíveis e inaudíveis.

Obras
  • Vivian Caccuri, A Spell to Ward Off the Darkness (Um Feitiço para Espantar a Escuridão), 2020
    A Spell to Ward Off the Darkness (Um Feitiço para Espantar a Escuridão), 2020
  • Vivian Caccuri, Fantasma Cinza, 2020
    Fantasma Cinza, 2020
  • Vivian Caccuri, Pagode Kaiapó, 2019
    Pagode Kaiapó, 2019
  • Vivian Caccuri, Peitoral, 2019
    Peitoral, 2019
  • Vivian Caccuri, Sesmaria Sound System, 2019
    Sesmaria Sound System, 2019
  • Vivian Caccuri, Transplante de Alma [A Soul Transplant], 2019
    Transplante de Alma [A Soul Transplant], 2019
  • Vivian Caccuri, Tropicália Transposta Para O Brasil Pós-TV [TRANSPOSED TROPICALIA TO POST-TV BRAZIL]
    Tropicália Transposta Para O Brasil Pós-TV [TRANSPOSED TROPICALIA TO POST-TV BRAZIL]
  • Vivian Caccuri, Manas do Sarampo, 2019
    Manas do Sarampo, 2019
  • Vivian Caccuri, Caminhada Silenciosa [Silent Walk]
    Caminhada Silenciosa [Silent Walk]
  • Vivian Caccuri, Automotivo I, 2016
    Automotivo I, 2016
  • Vivian Caccuri, Oratório (Tidal Wave), 2016
    Oratório (Tidal Wave), 2016
  • Vivian Caccuri, Odebrecht SoundSystem, 2016
    Odebrecht SoundSystem, 2016
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Biografia

Artista brasileira, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Vivian Caccuri experimenta o som em composições incomuns que desorientam o arranjo convencional das experiências cotidianas. Aparelhagens de som, microfones, auto-falantes, cabos, correntes, redes, lâmpadas e velas são alguns materiais presentes em suas instalações e performances que movimentam camadas visíveis e invisíveis, audíveis e inaudíveis. As investigações de Vivian tangenciam o corpo, a memória e a história, e a partir da composição de instalações escultóricas e trilhas – sincronizadas com elementos específicos de cada uma de suas pesquisas – a artista constrói objetos que podem ser vestidos, delicadas telas costuradas e entrecruzadas com fios e linhas, pedras e contas, que figuram paisagens misteriosas, além de esculturas sonoras que emanam ora delírios, ora ruídos, ora melodias e mantras. Em suas obras – bi, tridimensionais e com o som – seus materiais são maleáveis por um período que pode, ou não, alcançar uma rigidez, e vice-versa. Vivian utiliza ferramentas de desbaste, sua música conecta dimensões temporais que cavam o espaço. O peso, o volume e o equilíbrio – caros a questões escultóricas – corporificam as experimentações da autora e suas criações, que variam em escala, das mais imperceptíveis a produções altamente vociferantes.

 

 

Em 2020, participou do núcleo “Movimentos sociais e Futuro Feminista” da exposição Seismic Movements, na quinta edição do Dhaka Art Summit, em Bangladesh, na Índia; Institute of Contemporary Art, Miami (ICA Miami) com uma obra comissionada pela própria instituição; e das exposições coletivas “Mecarõ - Amazonia in the Petitgas Collection”, realizada pela MO.CO. Montpellier Contemporain, na França; “BRASIL! Focus sull'arte brasiliana contemporanea" no Museu Ettore Fico, em Turim, na Itália; e da exposição coletiva “And Say The Animal Responded?”, na FACT, em Londres, Reino Unido. Em 2019, exibiu as individuais “Febre Amarela”, na galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, “O Xarope do Novo Mundo & A Mão da Febre (New World Syrup & A Fever Hand)” na EartH Gallery, Londres, “A Soul Transplant” no Röda Sten Konsthall, Gotemburgo, Suécia e participou das coletivas “The Fever of Yellow” na Serpentine Gallery, em Londres e foi uma das finalistas do Prêmio Marcantônio Vilaça. No ano de 2018 suas individuais foram “Água Parada”, Museu de Arte Contemporânea de Niterói e na Galeria Leme, São Paulo e as coletivas foram “Mosquito Shrine” no Fort Kochi Muziris Biennale, Kochi, India, “11ª Bienal do Mercosul” em Porto Alegre e “Ojalá” no Carlsbad Museum, Carlsbad, EUA. Em 2017 participou das coletivas “Vivemos na melhor cidade da América do Sul” na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, “Charivaria” no CentroCentro, Madri, “Sonic Rebellion” no Museum of Contemporary Art of Detroit, EUA, “Buried in the Mix” no MEWO Kunsthalle, Memminghen, Alemanha, “Festwochen”, em colaboracão com Daniel Lie em Vienna, Áustria, “Future Generation Art Prize” no Palazzo Contarini Polignac (paralela à Bienal de Veneza), “Atlântico Negro” no Instituto Goethe, Rele Gallery em Lagos, Nigéria e “Future Generation Art Prize” no Pinchuk Art Center, Kiev, Ucrânia.

 

As obras de Vivian Caccuri integram as coleções da `Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Pérez Art Museum Miami, EUA e ICA Miami, EUA.

 

CV

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