Ana Silva
Sem título [Untitled], 2025
bordados, pigmentos naturais e glitter sobre crinolina
[embroidery, natural pigments and glitter on crinoline]
[embroidery, natural pigments and glitter on crinoline]
240 x 150 cm
[94 1/2 x 59 in]
[94 1/2 x 59 in]
Copyright O Artista
Na série 'Guardiãs da Natureza', Ana Silva dá continuidade ao seu gesto poético, bordando fragmentos de memória íntima que ecoam a figura arquetípica da Mulher como matriz da humanidade e...
Na série "Guardiãs da Natureza", Ana Silva dá continuidade ao seu gesto poético, bordando fragmentos de memória íntima que ecoam a figura arquetípica da Mulher como matriz da humanidade e guardiã da Terra. Como afirma Charlote Diez, seus bordados “sublimam a mulher que atua como guardiã de nossas almas e do Tempo”, evocando a tecelagem como arte da paciência e da sabedoria.
As obras nos projetam para o espaço simbólico da natureza, onde a fusão entre humano e cosmos se torna possível. Animais totêmicos acompanham as figuras femininas e reforçam a ideia de interdependência entre o feminino, a natureza e a cultura. Para Diez, “essa mulher grandiosa e luminosa” é também uma guardiã do patrimônio -natural e cultural- que, em tempos de urgência climática e espiritual, nos convida a preservar, escutar e transmitir o conhecimento ancestral.
[In the series "Guardiãs da Natureza" (Guardians of Nature), Ana Silva continues her poetic gesture, embroidering fragments of intimate memory that echo the archetypal figure of Woman as the source of humanity and guardian of the Earth. As Charlote Diez states, her embroideries “sublimate the woman who acts as a guardian of our souls and of Time,” evoking weaving as an art of patience and wisdom.
The works transport us into the symbolic space of nature, where the fusion between human and cosmos becomes possible. Totemic animals accompany the feminine figures, reinforcing the idea of interdependence between the feminine, nature, and culture. According to Diez, “this grand and luminous woman” is also a guardian of heritage -both natural and cultural- who, in times of climatic and spiritual urgency, invites us to preserve, listen, and transmit ancestral knowledge.]
As obras nos projetam para o espaço simbólico da natureza, onde a fusão entre humano e cosmos se torna possível. Animais totêmicos acompanham as figuras femininas e reforçam a ideia de interdependência entre o feminino, a natureza e a cultura. Para Diez, “essa mulher grandiosa e luminosa” é também uma guardiã do patrimônio -natural e cultural- que, em tempos de urgência climática e espiritual, nos convida a preservar, escutar e transmitir o conhecimento ancestral.
[In the series "Guardiãs da Natureza" (Guardians of Nature), Ana Silva continues her poetic gesture, embroidering fragments of intimate memory that echo the archetypal figure of Woman as the source of humanity and guardian of the Earth. As Charlote Diez states, her embroideries “sublimate the woman who acts as a guardian of our souls and of Time,” evoking weaving as an art of patience and wisdom.
The works transport us into the symbolic space of nature, where the fusion between human and cosmos becomes possible. Totemic animals accompany the feminine figures, reinforcing the idea of interdependence between the feminine, nature, and culture. According to Diez, “this grand and luminous woman” is also a guardian of heritage -both natural and cultural- who, in times of climatic and spiritual urgency, invites us to preserve, listen, and transmit ancestral knowledge.]
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