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Denilson Baniwa

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Open a larger version of the following image in a popup: Denilson Baniwa, Mitologia Lunar, 2025

Denilson Baniwa

Mitologia Lunar, 2025
aquarela, lápis grafiti e emplumagem sobre tururi (fibra vegetal natural)
[watercolor, graphite pencil and feathering on tururi (natural vegetable fiber)]
126 x 206 x 3 cm
[49 5/8 x 81 1/8 x 1 1/8 in]
Copyright O Artista
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'Este trabalho é um poema visual sobre a Lua e sua influência sobre o planeta e sobre as pessoas. A obra dialoga com o mito indígena de Manduca, que dormia...
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"Este trabalho é um poema visual sobre a Lua e sua influência sobre o planeta e sobre as pessoas. A obra dialoga com o mito indígena de Manduca, que dormia com sua irmã todas as noites; ao se transformar em Lua, sua irmã, sem saber que era ele, passou jenipapo em seu rosto. Ao se transformar novamente em Lua, Manduca apreciou as manchas, e, envergonhado, nunca mais se tornou humano, enquanto sua irmã permaneceu com ele em espírito. A história explica, poeticamente, as manchas da Lua e inspira parte do trabalho.

A pintura faz referências aos seriados japoneses e à criação de novas mitologias a partir do caos e da tragédia. Também parte do mito indígena de Manduca, cuja transformação em Lua explica suas manchas, e se conecta ao Arcano XVIII do Tarô, A Lua, que aborda a influência lunar sobre o comportamento humano, as mudanças e a adaptação às transformações. Essa perspectiva lunar serve como metáfora para refletir sobre como as populações indígenas lidaram com mudanças profundas, domesticação e colonização, processos que remodelaram culturas e vidas. Elementos históricos e culturais aparecem na obra: cana-de-açúcar, café e cachaça, símbolos fundamentais da constituição da cultura brasileira; e uma gravura de Theodor de Bry representando a América, com abundância de um lado e selvageria do outro. As fases da Lua aparecem inscritas com a palavra “mitologia” em francês, conectando os ciclos lunares à narrativa cultural e simbólica.

A obra apresenta contrastes entre o feral e o domesticado: um cachorro selvagem com forma de lobo olha para a Lua, enquanto um cachorro doméstico carrega na boca uma borduna tupinambá, como se o objeto que ele carrega simbolizasse a entrega ao colonizador. Elementos botânicos e mitológicos se misturam — mangarataia (gengibre), açúcar, corredeiras da região, e referências à mitologia greco-romana, como a história de Europa raptada por Zeus, aqui reescrita poeticamente como “América nós te amamos” — integrando povos e culturas em diálogo. Entre as figuras simbólicas, aparece uma mulher inspirada no estilo de Modigliani, com traços alongados e simplificados. Ao lado dela, está a pergunta “noa niti ko?”, traduzida como “issa é uma mulher?”.

Mitologia Lunar também brinca com palavras de múltiplos sentidos, como “buia” e “boa”, refletindo a dualidade entre cobra e bem, e explora a influência cultural, a transformação, a adaptação e a domesticação como processos que atravessam gerações e moldam identidades. Em sua essência, o trabalho é um poema sobre a Lua, sobre mudanças e sobre o encontro e a mistura de culturas, passado e presente, tradição e inovação." - Denilson Baniwa



["This work is a visual poem about the Moon and its influence on the planet and on people. The piece engages with the Indigenous myth of Manduca, who slept with his sister every night; when he transformed into the Moon, his sister, unaware it was him, applied jenipapo to his face. When Manduca transformed back into the Moon, he noticed the stains and, embarrassed, never became human again, while his sister remained with him in spirit. Poetically, the story explains the Moon’s markings and inspires part of the work.

The painting references Japanese TV series and the creation of new mythologies emerging from chaos and tragedy. It also draws from the Manduca myth, whose transformation into the Moon explains its markings, and connects to Tarot’s Arcana XVIII, The Moon, which addresses lunar influence on human behavior, change, and adaptation to transformations. This lunar perspective serves as a metaphor for reflecting on how Indigenous peoples faced profound changes, domestication, and colonization — processes that reshaped cultures and lives. Historical and cultural elements appear in the work: sugarcane, coffee, and cachaça, fundamental symbols of Brazilian cultural formation; and a print by Theodor de Bry representing America, showing abundance on one side and wilderness on the other. The Moon’s phases are inscribed with the word “mythology” in French, linking lunar cycles to cultural and symbolic narratives.

The work presents contrasts between the feral and the domesticated: a wild dog in the form of a wolf gazes at the Moon, while a domestic dog carries a Tupinambá borduna in its mouth, as if the object it carries symbolizes submission to the colonizer. Botanical and mythological elements are interwoven — mangarataia (ginger), sugar, local rapids, and references to Greco-Roman mythology, such as the story of Europa abducted by Zeus, here poetically rewritten as “America we love you” — integrating peoples and cultures in dialogue. Among the symbolic figures is a woman inspired by Modigliani’s style, with elongated, simplified features. Next to her appears the question “noa niti ko?”, translated as “is this a woman?”

Mitologia Lunar also plays with words of multiple meanings, such as “buia” and “boa,” reflecting the duality between snake and good, and explores cultural influence, transformation, adaptation, and domestication as processes that traverse generations and shape identities. At its core, the work is a poem about the Moon, about change, and about the encounter and blending of cultures, past and present, tradition and innovation." - Denilson Baniwa]
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YAWARA AKANGA (Cabeça de cachorro) | A Gentil Carioca | São Paulo | Brasil [Brazil] | 07 Abr [Apr] - 23 Maio [May] 2026
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